Portfolio Executivo · NextAct

Thiago Bersou

Fluente emPTENES

Miami, FL

20+

Anos · 3 continentes

500k

Usuários Guinness FM África

Ver trajetória

"The hardest job I ever had was trying to define myself as a professional. Which is ironic for someone who makes a living telling brands what they should say."

Brand Strategist com 20+ anos construindo posicionamento em mercados onde não havia manual. Lê o problema atrás do pedido — e usa a restrição como briefing.

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/ MANUAL

Quem é Thiago Bersou

Thiago desconfia do briefing como peça final. O reflexo dele é dar um passo para trás, abrir o mapa e perguntar onde está a trava real: na categoria, no comportamento, na cultura interna, na forma como a empresa enquadrou o próprio problema.

Ele é o tipo de estrategista que muda a pergunta da sala. Antes de responder ao que foi pedido, investiga por que aquilo foi pedido daquele jeito. No vocabulário dele, agência demais responde ao "afterthought do problema". Ele prefere começar antes.

Quando entra num projeto, mobiliza repertório sob demanda — futebol africano e semiótica lacaniana podem aparecer no mesmo briefing. Age com gesto concreto antes de qualquer discurso: a Claro comprou portabilidade.com.br antes da campanha ir ao ar. O Guinness Football Manager rodava no Nokia antes de qualquer deck.

"The hardest job I ever had was trying to define myself as a professional."

Which is ironic for someone who makes a living telling brands what they should say. — LinkedIn

O QUE ENERGIZA

Brief "gordinho" sem hierarquia. Transformar restrição em vantagem criativa. Trabalho com começo, meio e fim. Quando o gut diz "é isso".

O QUE DRENA

Gestão por comitê. Stakeholder politics que sufocam a ideia antes de nascer. IAT meetings onde se está checando boxes, não resolvendo problemas.

COMO DECIDE

Mistura dado com intuição. "Dado é springboard para a criatividade, não justificativa de coerência." Escreve em prosa antes de montar o deck.

ONDE PERFORMA

Problemas sem nome ainda. Startups que precisam de posicionamento antes de escalar. Founders e C-levels com quem pode ter conversa franca. Estruturas onde a decisão não é por comitê.

REFERÊNCIAS

Arquétipos de Jung. Tipping Point (Gladwell). Michael Singer. Anaïs Nin. "Stories are the closest man can get to explain man himself" — Clovis Pereira (mentor).

PRÊMIOS

Clio Award (Nike · República Popular do Corinthians) · Brazil Digital Award Gold 2007 — Best Use of Digital Game (Tilibra).

/ Rotina

Um dia com Thiago

(01) ANTES DO RUÍDO

Antes do ruído

Café e leitura — ficção como ferramenta de estratégia. Michael Singer, Anaïs Nin, Myths de Harari. O dia começa antes do ruído.

(02) DEEP WORK

Deep work

2 a 3 horas sem reunião, ping ou distração. Escreve em prosa antes de montar o deck. Respeitar o próprio estilo vale mais que respeitar o relógio.

(03) NÃO NEGOCIA

Não negocia

Pausa. Não negocia o horário de almoço. Desconectar é parte do processo criativo.

(04) CALLS E SESSÕES

Calls e sessões

Calls com clientes e founders. Sessões de posicionamento. Briefs "gordinhos" onde hierarquia não existe por uma hora.

(05) REFLEXÃO E MEDITAÇÃO

Reflexão e meditação

"Isso vem do medo ou da razão? De insight ou de hubris?" Dois anos meditando mudaram como ele entra em reuniões difíceis.

(06) FICÇÃO

Ficção

"Stories are the closest man can get to explain man himself." O pensamento estratégico se alimenta do que não é estratégia.

Valor inegociável

Ele não funciona em estruturas que decidem por comitê. As melhores ideias precisam de patrocinador com coragem, não de aprovação coletiva.

Decisão por comitê dilui a ideia antes de nascer. Precisa de espaço para empurrar limites — e de alguém na ponta do processo disposto a defender a ideia até ela respirar.

"As melhores ideias precisam de patrocinador com coragem. Não de aprovação coletiva."

01

AUTONOMIA CRIATIVA Espaço para empurrar limites. Patrocinador com coragem na ponta — não comitê pulverizando responsabilidade.

02

HONESTIDADE INTELECTUAL Fala dos erros (saída impulsiva da Havas, E-pidemic que fechou) com a mesma clareza que fala dos acertos (Claro, Guinness, Degree Walk-Ons).

03

SPRINT, NÃO MARATONA Projetos com começo, meio e fim. Sem aprovação em cascata. Portfólio career com impacto real.

04

PESSOA INTEIRA NA SALA Trouxe Semiótica Lacaniana para o briefing da Claro. Trouxe meditação para reuniões difíceis. Não separa o profissional do pessoal.

Declaração de posicionamento

Quando a trava vira vantagem — Thiago Bersou é o estrategista que lê o problema atrás do pedido. Enquanto o setor trata a restrição como obstáculo, ele a usa como briefing. O que está escondido — a tensão real, o medo não dito, o momento que ninguém quer tocar — é exatamente onde ele trabalha melhor.

Agora e depois

◉ Agora

O modelo quebrou. O talento não.

A saída da Edelman em novembro de 2025 não foi surpresa — foi a confirmação de algo já sentido. Três anos e meio, quatro cortes de headcount. O mercado de agências está em colapso. Grandes estruturas pagam bem mas castram a execução. Em paralelo: dois anos de meditação mudaram como ele toma decisão. "Eu fazia decisões baseadas às vezes em medo, raiva, revanche. Aprendi que a vida peneira." Resultado: clareza sobre o que não serve mais.

Grandes estruturas pagam bem mas castram a execução.

→ Depois

Construtor. Não advisor.

"Advisory é você ter acesso ao meu conhecimento uma vez por semana. Construtor é diferente — vai produzir coisa, vai fazer apresentação, vai te provar." The Self-Sufficient Club é o projeto que nasceu desse entendimento. O portfólio ideal: marcas em ponto de inflexão, startups que precisam de posicionamento antes de escalar, founders independentes. Fintechs como Nubank — marcas com potencial de posicionamento rebelde em setores conservadores.

ANTES

Agency

Ritmo de agência, hierarquia, decisão por comitê. O sistema decide por você.

AGORA

Clareza

Saída da Edelman. Duas práticas novas: meditação e honestidade sobre o que não funciona.

CONSTRUINDO

Construtor

Não advisor. Produz, apresenta, prova. Com marcas em ponto de inflexão e founders independentes.

/ TRAJETÓRIA

20+ anos. Três continentes. Zero linearidade.

Da Unilever em São Paulo ao Edelman em Miami, passando por agência própria, África e Londres. Cada movimento como transferência de método — não como reinvenção.

2000–2001 · São Paulo

Origem

A escola — e a primeira ideia bloqueada

Trainee da Unilever. Em 2000, 90% das ideias do grupo apontavam para D2C. Os gestores bloquearam tudo. 18 anos depois, virou mainstream.

Por que algumas ideias se espalham e outras morrem no inbox?

Unilever

2002–2006 · São Paulo

Brand Manager

Brand Manager — Pernod Ricard

Gerenciou Orloff Vodka e o portfólio de whiskies. Em 2005, relançou três marcas simultaneamente e cortou o prazo de 18 para 6 meses.

A restrição não foi problema — foi método. O padrão de comprimir ciclos em sprints começa aqui.

Pernod Ricard

2006–2008 · Brasil

E-pidemic

A primeira aposta — a agência que não deveria existir

Aos 27 anos, fundou a E-pidemic — primeira agência de marketing viral da América Latina. Break-even em 1 ano. Brazil Digital Award Gold 2007.

"Fun and painful" — chama de "o momento mais transformador da vida", não de maior sucesso.

E-pidemic

2008–2012 · SP / Londres

F/Nazca · Diageo

F/Nazca, Claro e o passaporte para a África

Na F/Nazca criou a República Popular do Corinthians (Clio Award). Para a Claro, reposicionou a marca na portabilidade. Promoção para Londres na Diageo.

Thiago não usa o cargo formal — usa o relacionamento.

F/Nazca · Diageo

2012–2014 · Londres / África

Diageo · Guinness Africa

Guinness e os mercados sem manual

Nigéria, Gana, Quênia, Uganda, Camarões. Restrição como briefing. Raise Your Game: maior ROI da Diageo. Football Manager: 500K usuários em 6 meses.

"Head of Football — Guinness Africa. One of the most fun times in my career."

Diageo · Guinness Africa

2014–2019 · Londres

Turbulência

A zona de turbulência

Contratos curtos, freelancer, Havas Sports, Imagination como Head of Strategy. Recalibração forçada — descobriu que funciona em sprints, não em estruturas longas.

"Fui muito intempestivo." Reconhece sem romantizar.

Havas · Imagination

2019–2021 · Londres

Speakeasy

Speakeasy — sem hierarquia

Rede de estrategistas sênior operando sem estrutura pesada. Briefs concentrados, decisões sem comitê. O protótipo da estrutura em que rende melhor.

Output dobra quando a hierarquia sai da equação.

Speakeasy

2021–2025 · LA / Miami

VML · Edelman

O mercado americano e o manifesto

VML (Camel Smooth — "Legendary Smooth"), Edelman (White Claw, Degree Walk-Ons — SNL spoof, 3B impressões). Demissão no quarto corte. 2025: manifesto de quem chegou do outro lado.

"Surrender as a strategy" — separação, morte da mãe, demissão.

VML · Edelman

Storyline

A trajetória em profundidade

ORIGEM · 2000–2006

O estrategista que começou como brand manager

O estrategista que começou como brand manager

Thiago começou na Unilever (2000–2001) — a escola de marketing mais rigorosa do Brasil. Em 2000, como trainee, 90% das ideias do grupo apontavam para abordagens direto ao consumidor. Os gestores bloquearam tudo — havia risco para os Key Accounts. 18 anos depois, o D2C virou mainstream. Em 2002, foi para a Pernod Ricard como Brand Manager. Relançou três marcas de whisky simultaneamente em 2005 e cortou o prazo de lançamento de 18 para 6 meses. O crescimento era garantido. Exatamente por isso começou a incomodar. Em paralelo, Orkut e MySpace estavam mudando o comportamento. Thiago ficou obcecado: por que algumas ideias se espalham e outras morrem no inbox?

VIRADA DE CHAVE · 1

E-PIDEMIC · 2006–2008

Criou um mercado que não existia

Aos 27 anos, fundou a E-pidemic — primeira agência de marketing viral da América Latina. Sem aporte, sem sócio experiente, sem cases. Desenvolveu metodologia própria dos quatro pilares de viralidade. Construiu a rede de "Betas" antes de a palavra influenciador existir. Break-even em um ano. Brazil Digital Award Gold 2007. Vendeu 75% da empresa por R$50 mil e saiu. Hoje chama de "o momento mais transformador da vida" — não de maior sucesso. A metodologia dos Alfas e Betas virou o que o mercado hoje chama de marketing de influência.

VIRADA DE CHAVE · 2

F/NAZCA · CLARO · DIAGEO · 2008–2012

Da agência ao lado cliente ao passaporte para a África

Na F/Nazca criou a República Popular do Corinthians (Clio Award). Para a Claro, transformou a portabilidade de ameaça em janela estratégica — a marca saltou de terceira para segunda posição e virou a telecom mais valiosa da América Latina. Na Diageo, promoção para Londres. O padrão se repete: Thiago não usa o cargo formal — usa o relacionamento. Entrou na Claro pelo lado, transformou um brief de varejo em reposicionamento de marca. "Not bad for a retail brief."

VIRADA DE CHAVE · 3

GUINNESS AFRICA · 2012–2014

Mercados sem manual — restrição como briefing

Nigéria, Gana, Quênia, Uganda, Camarões. 130% de penetração de celular, quase tudo analógico, 13% de TV. Sem direitos da Premier League. Sem budget para patrocinar a liga. As restrições eram totais. Thiago decidiu usá-las como briefing. Raise Your Game: 63M de alcance, maior ROI da Diageo em brand content. Guinness Football Manager: fantasy league via USSD, 500K usuários em 6 meses. Saiu numa reestruturação — não por performance, mas por conflito com um diretor que preferia consenso a resultado.

TURBULÊNCIA · 2014–2019

O aprendizado mais caro

O aprendizado mais caro

Contratos curtos, freelancer, Havas Sports (saiu sem nada garantido — "fui muito intempestivo"), Imagination como Head of Strategy. Cada lugar ensinava o que Thiago não queria ser. Recalibração forçada: descobriu que funciona em sprints, não em estruturas longas.

VIRADA DE CHAVE · 4

EUA · 2019–2025

O mercado americano e o manifesto

LA com gêmeos recém-nascidos, renda única, sem rede. Depois VML (Camel Smooth — "Legendary Smooth") e Edelman (White Claw, Degree Walk-Ons — SNL spoof, 3B impressões, maior programa de earned media da história da Degree). Demissão no quarto corte de headcount. Os posts de 2025 são o manifesto de quem chegou do outro lado. Sobre libido criativo. Sobre pertencimento vs. encaixe. Sobre surrender como estratégia. Thiago não está se reinventando — está finalmente operando como sempre quis.

CASE 01

E-pidemic

A coisa antes de virar categoria

Empresa

E-pidemic (fundador)

Período

2006–2008 · Brasil

Papel

Fundador, estrategista

O CONTEXTO

2006. Orkut dominava, Facebook era coisa de gringo, YouTube mal existia no Brasil. Ninguém sabia o que era uma agência de mídia social. Thiago viu uma pergunta que ninguém estava fazendo: por que algumas ideias se espalham na internet e outras morrem no inbox? Foi fazer pós-graduação em Semiótica Psicanalítica para tentar responder.

O PROBLEMA

Nenhuma agência sabia vender, produzir ou mensurar conteúdo viral. Thiago precisava criar um mercado enquanto tentava sobreviver nele, sem aporte externo, sem sócio experiente. Desenvolveu metodologia própria dos quatro pilares de viralidade. Construiu a rede de "Betas" antes de a palavra influenciador existir.

AS DECISÕES

  1. 1. Metodologia antes de case. Criou os quatro pilares como credencial acadêmica antes de ter resultado. Vendia teoria, não "viralidade".
  2. 2. Chancela internacional como PR. Usou a T-Viral britânica como "subsidiária" — narrativa que funcionou como selo de validação sem custo.
  3. 3. Urgência tem preço. Para a Loducca/IED, cobrou R$60 mil por uma campanha entregue em uma semana.

RESULTADOS

Agência viral da América Latina

1 ano

Break-even com bootstrap

Gold

Brazil Digital Award 2007

O APRENDIZADO

Empreender no Brasil com bootstrap e sem rede é brutal. Vendeu 75% da empresa por R$50 mil e saiu. Chama de "o momento mais transformador da vida" — não de maior sucesso. Dezoito anos depois, o mercado chegou onde ele já estava.

O QUE ESSE CASE OFERECE AO MERCADO

Thiago pode ajudar founders e startups em fase de posicionamento inicial que precisam criar mercado antes de ter prova. Diferencial: metodologia própria + capacidade de vender uma ideia antes que o mercado saiba que precisa dela.

CASE 02

Claro Brasil

Mudamos a trajetória da marca com atos, não palavras

Cliente

Claro Brasil

Agência

F/Nazca Saatchi

Período

2008–2010 · Brasil

O CONTEXTO

2008. A lei da portabilidade numérica estava prestes a entrar em vigor. A reação do setor: lobby unificado para adiar. TIM, Vivo, Oi e a própria Claro pressionando juntos. "Retention by hostage" era o modelo de negócio. Thiago viu uma janela que as outras tratavam como ameaça.

O PROBLEMA

Thiago não estava no escopo estratégico da Claro — cuidava de ativação de varejo. Mas tinha relacionamento direto com o novo time de marketing — ex-colegas da Unilever. Ligou. Pediu permissão para fazer um pitch paralelo. Elas toparam. A sacada: reposicionamento "Claro. Escolha" — não imperativo de fechamento, mas imperativo de liberdade. Defender a portabilidade publicamente, contra o lobby do próprio setor.

AS DECISÕES

  1. 1. Sair do lobby. Enquanto TIM e Vivo tentavam adiar, a Claro foi a primeira a abraçar a mudança.
  2. 2. Lançar como PSA. Campanha estilo Public Service Announcement com Mariana Ximenes acusando as concorrentes. Capa de jornal. Conversa de pizzaria.
  3. 3. Comprar portabilidade.com.br. "Beautiful chaos" — o presidente da Vivo ligou furioso. A URL teve que ser devolvida para a Anatel depois. O dano de imagem estava feito.
  4. 4. Insight psicanalítico. Portabilidade não era sobre tecnologia — era sobre identidade. O número pertencia à pessoa, não à operadora.

RESULTADOS

3°→2°

Posição no mercado em 1 ano

Tamanho da conta na F/Nazca

#1

Telecom mais valiosa da LatAm

O APRENDIZADO

Aproveitar um momento de turbulência. Quando as coisas estão no morno, qualquer ideia mais desafiadora é vista como risco. A portabilidade criou calor suficiente para uma ideia radical passar. O case revelou que o Mestrado em Semiótica Psicanalítica não era ornamento — era ferramenta de briefing. A leitura veio de Lacan. E funcionou. "Not bad for a retail brief."

O QUE ESSE CASE OFERECE AO MERCADO

Thiago é o estrategista para empresas em momento de mudança regulatória ou de mercado que todos os players estão tratando como ameaça. Diferencial: encontra a tensão cultural antes dos dados aparecerem.

CASE 03

Guinness Africa

Fazer futebol caber no Nokia — presença não é ponto de vista

Cliente

Guinness / Diageo Africa

Mercados

Nigéria · Gana · Quênia · Uganda · Camarões

Período

2012–2014 · Londres / África

O CONTEXTO

Guinness e futebol já tinham história na África. Mas o Heineken — com o patrocínio da Champions League — estava crescendo. A Guinness virava mais uma marca que patrocinava futebol, não a marca que entendia futebol. Sem uma posição própria, você é apenas um logo num uniforme.

O PROBLEMA

130% de penetração de celular — quase tudo analógico, 13% de TV. Sem internet, sem 3G, sem direitos para usar o nome da Premier League. Sem budget para patrocinar a liga. As restrições eram totais. Thiago decidiu usá-las como briefing. "Presença não é ponto de vista." O insight que mudou tudo: a marca precisava de um ponto de vista sobre o futebol africano, não apenas visibilidade nele.

AS DECISÕES

  1. 1. Posicionamento "Raise Your Game" / Full-On. Polarizante por design: ou você ama Guinness, ou você não bebe. Justificava por que a marca podia falar de futebol sem ser o patrocinador oficial.
  2. 2. Fantasy League via USSD. Thiago descobriu a tecnologia USSD — a mesma da M-Pesa — e construiu o Guinness Football Manager: um Cartola jogável por SMS, sem internet. 500 mil usuários na Nigéria em seis meses.
  3. 3. Programa de TV "Raise Your Game". Formato inédito: parte Top Gear, parte Soccer AM. 63 milhões de alcance em 10 episódios. Maior ROI da história da Diageo em brand content.

RESULTADOS

500k

Usuários do game na Nigéria em 6 meses

63M

Alcance do programa de TV

#1 ROI

Diageo · histórico em brand content

O APRENDIZADO

Restrição de infraestrutura não é problema, é briefing criativo. A África tinha uma solução de pagamentos móveis mais avançada que o Brasil — via USSD — décadas antes do Pix. Quebrar preconceito é, às vezes, o trabalho real. A combinação do insight cultural com a solução técnica é única. A maioria teria visto as restrições e pedido mais budget. Thiago perguntou: o que elas permitem que outras pessoas não conseguem fazer?

O QUE ESSE CASE OFERECE AO MERCADO

Thiago pode ajudar marcas que precisam criar engajamento real em mercados com restrições severas — regulatórias, tecnológicas ou de budget. Diferencial: transforma restrição em vantagem criativa.

/ PENSAMENTOS

O que Thiago pensa

Ver no LinkedIn ↗

Posts, observações e princípios — tirados do feed e das conversas. Sem polimento de copywriter.

O ESTRATEGISTA HÍBRIDO · JAN 2026

"Fiz essa coisa de marca por mais de 20 anos. Tive minha própria agência em 2006, sendo pioneiro em marketing viral pré-Facebook — foi divertido e doloroso. Agora mergulho no que virá a seguir. Estratégia sem prefixo, agnóstica de canal."

LinkedIn ↗

SOBRE CRIATIVIDADE

"O trabalho que me liga. Toda vez que revisamos um deck, eu dizia: 'Isso faz sentido, é lógico, mas não me liga.' Publicidade é construída em sedução e nós ficamos castrando a linguagem em nome do profissionalismo."

LinkedIn ↗

SOBRE PERTENCIMENTO

"Os melhores momentos da minha carreira foram quando me senti quase perigoso — com ideias, abordagens, formas de pensar. Podia empurrar os limites mas me sentia seguro. Isso é pertencimento, não encaixe."

LinkedIn ↗

SOBRE RESTRIÇÃO

"Restrição de infraestrutura não é problema, é briefing criativo. A África tinha uma solução de pagamentos móveis mais avançada que o Brasil via USSD — décadas antes do Pix."

LinkedIn ↗

SOBRE MÉTODO · NOV 2023

"Before putting a deck together, write it down in prose — pen and paper, away from the screen. Prose shows clearly the paradoxes and inconsistencies in your narrative. Promise it will save you hours."

LinkedIn ↗

SURRENDER AS A STRATEGY · DEZ 2025

"We live in a culture that worships optimization and certainty. Then two HoldCo giants mingle and you are fired — and you realize no amount of plan can avoid a hook in your chin. Surrender is not spiritual escapism. It is a manual for navigating uncertainty."

LinkedIn ↗

/ POSICIONAMENTO

O que Thiago oferece

Estrategista de marca para líderes e founders que sabem que têm algo diferente — mas ainda não fizeram o mercado sentir isso. Com 20 anos construindo posicionamento em mercados onde não havia manual.

01

Marcas em ponto de inflexão

Empresas estabelecidas diante de mudança de mercado, regulação, fusão ou disrupção. Fez isso com a Claro (de subsídio para liberdade), com a Guinness África (de patrocinador para marca full-on). Chega cedo e sai com o posicionamento antes que a janela feche.

02

Startups que precisam de clareza antes de escalar

Negócios com produto validado mas sem narrativa que sustente o crescimento. Constrói o posicionamento que move a conversa de atributo funcional para diferenciação emocional — antes que a startup tente escalar a mensagem errada.

03

Founders independentes e pequenos negócios

Para quem constrói algo relevante sem estrutura corporativa — e precisa de posicionamento com a seriedade de grandes marcas. The Self-Sufficient Club: mentoria para negócios que competem com ideias, não com budget.

O que diferencia — não o que qualifica

  • Estratégia sem prefixo — agnóstico de canal. Navega do P&L ao processo criativo, do mercado africano ao americano.
  • Lado cliente + lado agência = nenhum blind spot. Unilever, Pernod, Diageo (cliente) e F/Nazca, Havas, VML, Edelman (agência)
  • Pioneiro serial com metodologia — E-pidemic em 2006, Guinness USSD em 2012, Camel Smooth em 2022. A não-linearidade é um banco de dados de soluções
  • Honestidade intelectual como padrão. Fala dos erros com a mesma clareza que fala dos acertos

Formação & background

Pós-graduação em Semiótica Psicanalítica. Passagem por Unilever, Pernod Ricard, F/Nazca Saatchi, Diageo, Havas Sports, Imagination, VML, Edelman. Mais de 20 anos em três continentes — Brasil, Europa e EUA.

Formatos disponíveis

Consultoria estratégica de posicionamento para founders e C-levels. Sprints de marca: diagnóstico, tensão, posicionamento em formato concentrado. The Self-Sufficient Club. Consultoria para VCs sobre narrativa de produto.

/ COMO FOI CONSTRUÍDO

O que gerou este portfólio

Este portfólio não foi gerado a partir de um currículo. Foi destilado de 39.163 palavras ditas por Thiago Bersou em 315 minutos de conversa gravada, 40 posts curados de 256 analisados, 3 dossiês de case e 96 pílulas assíncronas — pelo programa Discovering Your Impact da NextAct. Cada afirmação está ancorada em algo que ele disse, decidiu ou fez. Cada case é construído a partir de memória real, não de narrativa retroativa.

39k

Palavras em 315 minutos de entrevista

40

Posts LinkedIn curados de 256

96

Pílulas assíncronas (WhatsApp)

20+

Anos de carreira mapeados

"Quando você entra numa sala, ela fica maior ou menor?" Thiago faz salas ficarem maiores.

Miami, FL · Disponível para projetos globais.

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